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Agência CTControle remoto para pacientes
Muitas vezes, achar o médico numa urgência não é fácil. Menos ainda quando se trata de tirar uma dúvida. De um ano para cá, hospitais, laboratórios e empresas privadas passaram a investir pesado em recursos tecnológicos para facilitar a comunicação com o paciente. Assim, agilizam-se remoções em casos de emergência e, ao mesmo tempo, evitam-se deslocamentos desnecessários ao hospital ou ao médico.
O mais novo desses equipamentos é um aparelhinho do tamanho de um iPod ligado à linha telefônica que pode ser conectado a uma central de atendimento. Em caso de emergência, o paciente aperta um botão e um sinal é transmitido a uma central que identifica a origem da chamada e entra em contato não só com ele, como também com uma lista de pessoas previamente cadastradas, incluindo o médico. Dependendo do caso, ambulância e hospital são acionados.
A central monitora a chegada de pelo menos uma das pessoas da lista à casa do paciente. Se ele não estiver em condições de falar, a rede é acionada da mesma forma, em minutos. E o paciente só teve de apertar um botão.
"No início, o foco era o cliente mais velho. Mas fomos procurados por pessoas com perfis variados, como os que acabaram de ser operados ou têm filho pequeno em casa", diz José Carlos de Vasconcellos, diretor da TeleHelp, fabricante do item que já vendeu 500 aparelhos no País.
Fabíola Haddad, de 30 anos, está grávida de nove meses e tem o aparelhinho por precaução. "Estou muito bem, só que fico sozinha em casa e sei que, se acontecer qualquer coisa nesta altura do campeonato, não vou ter muita mobilidade e terei que achar alguém rapidamente", conta. "Levo meu aparelhinho para todo lugar, no colar.

